O sol se põe e a noite chega.
O silêncio, a incerteza.
A ansiedade toma conta do coração,
trazendo consigo a preocupação.
Ou pré-ocupação.
A vida toma rumos contrários,
nos prega peças,
nos faz esmorecer.
A lágrima desce, mal vira canção,
não há espaço para poesia, há muita dor no coração.
Sinto que estou no chão, em cacos.
Eles estão espalhados.
Há um pouco de mim em cada canto.
Há um pedaço meu desconstruído.
Não sei por onde começo a remontar,
não sei onde me encaixar.
Percebo que não me conhecia o suficiente.
Não sei qual é o começo
nem o fim.
Não sei quais são as peças e formatos corretos...
Estou retraída em mim.
Não quero ferir ninguém com os cacos no chão.
Mas também não quero dar trabalho para ninguém,
pedindo ajuda para ajuntá-los e montá-los.
Melancolia é bênção, quando se sabe quem pode cuidar da sua solidão.
É necessário o sofrer, o chorar,
bem como é necessário se permitir quebrar.
E refazer.
Se conhecer.
Aprender.
Sigo caminhando, tentando encontrar o começo,
aprender as formas para chegar no meio,
até concluir tudo, no fim.
Ah se eu fosse dona do saber e do tempo...
Seria muito fácil assim.
Mas reconheço que realmente não saberei por onde começar,
chamo Aquele que pode me ajudar e o convido para me remontar.
Sou um vaso, mas não sou o oleiro.
Um vaso não tem querer e não conhece os pensamentos do oleiro.
Me rendo aos cuidados do Senhor do tempo e O deixo a obra completar.
Não posso ensiná-lo a trabalhar.
Não posso conhecer Seus projetos.
Não posso querer me intrometer.
Preciso me calar e, novamente, me render.
Que Ele possa reconstruir o que estava perdido no chão.
Do menor ao maior caco.
Do começo até o final.
Com novas definições.
Ele me fará perfeito, ao Seu querer.
O silêncio, a incerteza.
A ansiedade toma conta do coração,
trazendo consigo a preocupação.
Ou pré-ocupação.
A vida toma rumos contrários,
nos prega peças,
nos faz esmorecer.
A lágrima desce, mal vira canção,
não há espaço para poesia, há muita dor no coração.
Sinto que estou no chão, em cacos.
Eles estão espalhados.
Há um pouco de mim em cada canto.
Há um pedaço meu desconstruído.
Não sei por onde começo a remontar,
não sei onde me encaixar.
Percebo que não me conhecia o suficiente.
Não sei qual é o começo
nem o fim.
Não sei quais são as peças e formatos corretos...
Estou retraída em mim.
Não quero ferir ninguém com os cacos no chão.
Mas também não quero dar trabalho para ninguém,
pedindo ajuda para ajuntá-los e montá-los.
Melancolia é bênção, quando se sabe quem pode cuidar da sua solidão.
É necessário o sofrer, o chorar,
bem como é necessário se permitir quebrar.
E refazer.
Se conhecer.
Aprender.
Sigo caminhando, tentando encontrar o começo,
aprender as formas para chegar no meio,
até concluir tudo, no fim.
Ah se eu fosse dona do saber e do tempo...
Seria muito fácil assim.
Mas reconheço que realmente não saberei por onde começar,
chamo Aquele que pode me ajudar e o convido para me remontar.
Sou um vaso, mas não sou o oleiro.
Um vaso não tem querer e não conhece os pensamentos do oleiro.
Me rendo aos cuidados do Senhor do tempo e O deixo a obra completar.
Não posso ensiná-lo a trabalhar.
Não posso conhecer Seus projetos.
Não posso querer me intrometer.
Preciso me calar e, novamente, me render.
Que Ele possa reconstruir o que estava perdido no chão.
Do menor ao maior caco.
Do começo até o final.
Com novas definições.
Ele me fará perfeito, ao Seu querer.

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