Vivi muito tempo em busca de coisas para me satisfazer.
Tinha um enorme buraco no meu ser, que precisava ser enchido.
Chorava, não me aceitava, me achava horrível.
Não sabia, mas eu já era amada.
Busquei aceitação dos homens e encontrei,
mas junto vieram as desilusões, a falsidade, o orgulho.
Me vi dentro do sistema, onde eles esperavam que eu me tornasse o que eles queriam.
E não quem eu era.
Mas na verdade, eu nunca quis ser quem eu era.
Eu me odiava.
Não gostava do meu cabelo.
Não gostava das minhas pintas.
Não gostava do meu corpo.
Não gostava do meu rosto.
Eu queria ser os outros.
As outras. Como as outras.
Nunca estava satisfeita. E nunca estaria.
Enquanto eu me olhasse no espelho e odiasse quem eu era,
nunca me enxergaria.
Identidade... Está aí uma palavra (algo) que eu desconhecia.
Quem eu era? Eu não sabia.
Me prendi a coisas externas e não me conhecia.
Aos poucos descobri Alguém que mudou minha vida
e minha maneira de ver o mundo - e me ver.
Não sei, exatamente, o porque, mas este Alguém me ama tanto
que por mim veio morrer.
Esse Alguém tem ciúmes de mim.
Esse Alguém, espantosamente tem o formato certo do buraco que havia no meu ser.
Tudo mudou.
Eu era um vaso rachado
marcado
ferido
transtornado
complexado.
Ele quebrou, com Amor.
Ah isso existe... Ele não tem violência.
Ele tem paciência.
O Amor foi me reerguendo
constrangendo
envolvendo
moldando
aperfeiçoando.
Um vaso perfeito?
Não.
Um vaso em constante transformação.
Um vaso, apenas.
Quem manda, é o Oleiro.
Eu sou só um vaso na Sua mão.
O vaso estava em pedaços no chão
mas o Amor é tão real que transformou os cacos de frustração
de angústia, de depressão
em cacos de amor, graça e perdão.
Se é Alguém, é real.
Este Alguém é o Amor.
Eu sei. Eu sinto. O Amor é Jesus!
e Jesus está vivo!
Ele é real!
Tinha um enorme buraco no meu ser, que precisava ser enchido.
Chorava, não me aceitava, me achava horrível.
Não sabia, mas eu já era amada.
Busquei aceitação dos homens e encontrei,
mas junto vieram as desilusões, a falsidade, o orgulho.
Me vi dentro do sistema, onde eles esperavam que eu me tornasse o que eles queriam.
E não quem eu era.
Mas na verdade, eu nunca quis ser quem eu era.
Eu me odiava.
Não gostava do meu cabelo.
Não gostava das minhas pintas.
Não gostava do meu corpo.
Não gostava do meu rosto.
Eu queria ser os outros.
As outras. Como as outras.
Nunca estava satisfeita. E nunca estaria.
Enquanto eu me olhasse no espelho e odiasse quem eu era,
nunca me enxergaria.
Identidade... Está aí uma palavra (algo) que eu desconhecia.
Quem eu era? Eu não sabia.
Me prendi a coisas externas e não me conhecia.
Aos poucos descobri Alguém que mudou minha vida
e minha maneira de ver o mundo - e me ver.
Não sei, exatamente, o porque, mas este Alguém me ama tanto
que por mim veio morrer.
Esse Alguém tem ciúmes de mim.
Esse Alguém, espantosamente tem o formato certo do buraco que havia no meu ser.
Tudo mudou.
Eu era um vaso rachado
marcado
ferido
transtornado
complexado.
Ele quebrou, com Amor.
Ah isso existe... Ele não tem violência.
Ele tem paciência.
O Amor foi me reerguendo
constrangendo
envolvendo
moldando
aperfeiçoando.
Um vaso perfeito?
Não.
Um vaso em constante transformação.
Um vaso, apenas.
Quem manda, é o Oleiro.
Eu sou só um vaso na Sua mão.
O vaso estava em pedaços no chão
mas o Amor é tão real que transformou os cacos de frustração
de angústia, de depressão
em cacos de amor, graça e perdão.
Se é Alguém, é real.
Este Alguém é o Amor.
Eu sei. Eu sinto. O Amor é Jesus!
e Jesus está vivo!
Ele é real!

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