Eu vi cenas tristes de momentos de dor.
Eu vi closes lindos de momentos terríveis.
Eu vi afrontas, eu vi cuspidas, chutes, bofetadas e sangue escorrendo pela face santa.
Eu senti no coração a maior agonia.
Eu senti a dor da negação.
Eu senti um nó apertado no peito.
Lágrimas embaçam os meus olhos e o nó do peito sobe para a garganta.
Faço poema sobre a dor, e o coração sangra.
Não consigo imaginar o que sentiu.
Em pensar que, naquele instante, a maior prova de amor do mundo estava ali...
Ali aos pés do orgulho, do poder, do ego.
Ali, aos pés dos cegos.
Cegos como eu um dia fui.
Cegos por só verem a si
Os cegos não conseguiam ver que era o Cristo bem ali.
Eu vi closes lindos de momentos terríveis.
Eu vi afrontas, eu vi cuspidas, chutes, bofetadas e sangue escorrendo pela face santa.
Eu senti no coração a maior agonia.
Eu senti a dor da negação.
Eu senti um nó apertado no peito.
Lágrimas embaçam os meus olhos e o nó do peito sobe para a garganta.
Faço poema sobre a dor, e o coração sangra.
Não consigo imaginar o que sentiu.
Em pensar que, naquele instante, a maior prova de amor do mundo estava ali...
Ali aos pés do orgulho, do poder, do ego.
Ali, aos pés dos cegos.
Cegos como eu um dia fui.
Cegos por só verem a si
Os cegos não conseguiam ver que era o Cristo bem ali.
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